“Todo amor que se semeia, cedo ou tarde florescerá.”
Gibran Khalil Gibran
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de muita tristeza..
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após uma semana, a flor tinha morrido.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la.
Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu…
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha.
Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo…
Um mês depois, lá onde tinha só pedra e uma flor, havia um jardim…
(Autor desconhecido)
Jovem leitor
A nossa intenção é conduzi-lo, pelos caminhos da leitura, a um mundo de magia e encantamento, capaz de ajudá-lo na compreensão de muitos fatos da vida que o auxiliarão no seu crescimento moral e espiritual. Sempre tendo Jesus no leme da embarcação, contaremos histórias que o farão pensar…
O conto reservado para este mês nos faz pensar nas diferentes reações que um mesmo fato pode causar nas pessoas.
Hoje proponho que analise a história comigo, mas, deverá chegar à sua própria conclusão.
Num primeiro momento temos uma jovem, que ao se deparar com a flor entre as pedras, pensou em Deus, e por isso, cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, passada uma semana, a flor morreu.
Num outro momento, o poeta propõe a mesma situação, só que, passa pela flor um homem, que também pensou em Deus, mas não quis cortá-la para não matá-la. Somente agradeceu.
Por fim, passa uma criança, que se viu naquela flor: bonita, mas sozinha. Movida de piedade, resolveu voltar ao local diariamente e tratou da flor de tal forma, que acabou transformando aquele lugar num jardim.
Bem, agora vamos interagir:
- Por que a jovem, ao ver a flor, teria pensado em Deus?
- Ao cortar a flor e levá-la para a igreja, qual teria sido sua intenção: enfeitar a igreja? agradar a Deus?
- O homem que por ali passou também pensou em Deus, mas não a cortou para não matá-la; porém, veio a tempestade e… A quem ele agradeceu, e por quê?
- A criança viu a flor de uma forma diferente da jovem e do homem; não pensou em Deus, mas em si mesma. Por quê?
- A criança transformou aquela flor num jardim, embelezando o lugar onde só havia pedras e uma flor solitária.
- Qual dos três mais amou a flor?
Converse com seus companheiros que também leram a história e veja o que cada um responderia às perguntas acima. Você verá como são diferentes as opiniões. Verá também que outras perguntas poderão surgir, de modo que só desenvolverão sua capacidade de pensar.
Pense bem no que vai responder e respeite a opinião dos outros.